1h21

Porque tudo muda ao entardecer.

Tudo é negro, tudo é breu.

Tudo resta,

mas nada é meu.

Apenas vagas silhuetas

recordam o meu vulto.

O meu vulto que não recorda

as vagas silhuetas.

Num desinteresse,

numa hora,

em que tudo se perdeu.

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