17h16

Como nos podemos embrenhar nesse mar de gente,seguir os seus caminhos aleatoriamente. Num dandismo de se estar sempre noutra hora que não a nossa.E o que acontece quando juntamos os trilhos? Mudamos as passagens.Os olhos vagos,laços. Os encontrões de mentes diferentes e um subito assalto pela solidão. Tudo em vão? Todos os vultos,parte de um frenesim das marés. Indo e vindo de encontro as brechas de betão.

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